As maçãs do rosto de Álvaro se moviam freneticamente. Seus punhos cerrados tremiam ligeiramente. Ele olhava para o desespero nos olhos de Sarah, o desespero dirigido a ele. Sentia um desconforto no peito, tão intenso que o impedia de falar. Ele não conseguia pronunciar uma palavra corretamente.
- Se houvesse outra pessoa que pudesse me ajudar, eu definitivamente não te incomodaria. - Disse Sarah, calmamente. - Mas agora, só você pode convencer Roberto de que eu não o amo. Também acho triste que,