Capítulo 338
De repente, a imagem de Carmen surgiu em sua mente.

A aparência desgastada pela vida, as mãos calejadas, sua pobreza, mas ainda assim, todos os dias ela preparava canja de formas variadas...

Lágrimas escorreram inexplicavelmente pelo canto dos olhos.

Ela sempre achou que nunca perdoaria Carmen, que nunca teria um coração mole por ela, que nunca aceitaria uma mãe assim.

Mas em apenas meio mês.

Por que ela ainda se preocupava com a vida ou morte dela?

Ela chorou sem saber por quanto tempo.

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