No segundo dia, acordei com o som distante de aviões sobrevoando a região.
Abri os olhos de repente. Por um instante, pensei que fosse apenas mais um delírio provocado pela febre e pela dor.
— Einar... — tentei gritar, mas minha voz saiu fraca, quase um sussurro. — Einar...
Ele se levantou imediatamente e correu até a porta da cabana.
Quando a abriu, o ruído dos motores tornou-se mais forte.
O avião ia e voltava sobre a área, descrevendo círculos sobre aquelas montanhas cobertas de neve. Meu co