Mundo de ficçãoIniciar sessãoNão precisei dizer nada. Apenas me levantei da cadeira, estendi a mão, e senti os dedos dele se entrelaçarem nos meus com uma naturalidade que já não me surpreendia, mas que ainda fazia meu coração acelerar.
Ele me puxou para dentro do quarto. A varanda ficou para trás, com o mar noturno e as luzes distantes, e de repente estávamos cercados pelo silêncio aconchegante da suíte, apenas o brilho suave das luzes indiretas e a cama imensa no centro do ambiente
Arthur parou no meio do







