Ela ficou dois minutos inteiros em silêncio, os olhos no chão, murmurando coisas para si mesma que eu não conseguia ouvir. Calculando. Pesando. Fazendo as contas que eu sabia que ela ia fazer, porque a Genevieve sempre fez contas antes de qualquer coisa.
— Preciso que garantam minha proteção — disse, por fim.
— Garantimos.
— Quero ir para onde o Arthur está.
— De jeito nenhum. — A resposta saiu antes que eu pensasse. — Você não fica perto dele. Não fica perto de mim. Você some.
— Não tenho cond