ALINA MONTSERRAT
Meu pai ainda me abraçava quando comecei a rir chorando. Que situação ridícula.
Eu parecia uma criança emocionalmente descontrolada no meio de mafiosos armados.
— Para de chorar, pequena. — Augusto limpou meu rosto com as mãos. — Você fica igual um pimentão.
— Mentira. — Resmunguei, fungando.
Meu pai finalmente me soltou devagar. Os olhos escuros então foram direto para Dominic e o clima mudou outra vez. Senhor, dai-me paciência. Os dois se encararam em completo silêncio por a