CAPÍTULO 252 — A PRIMEIRA VEZ QUE ELE QUIS PARAR O TEMPO
Depois daquela noite…
o fundo começou a odiar relógios.
Não pelo som.
Nem pelo movimento constante dos ponteiros.
Mas pelo que eles significavam.
Continuação.
Mudança.
Perda inevitável.
O inverno permanecia pesado sobre a cidade. O prédio respirava lentamente acima do abismo enquanto chuva fina escorria pelas janelas antigas do corredor.
Luzes baixas.
Cheiro de café tarde da noite.
O som distante de alguém lavando louça enquanto outra pes