CAPÍTULO 220 — O SONHO QUE O FUNDO COMEÇOU A TER
Na semana seguinte…
o prédio voltou a funcionar.
Quase.
As pessoas retomaram rotinas lentamente. Elevadores voltaram a subir. Portas abriram pela manhã. Televisões ligaram novamente.
Mas ninguém ali era o mesmo.
Porque todos tinham ouvido alguém morto chamar seus nomes.
E pior:
parte deles ainda queria ouvir de novo.
O ambiente inteiro carregava um silêncio estranho agora. Não ameaçador.
Contido.
Como se alguma coisa enorme estivesse dormindo sob