O restante da madrugada passou devagar entre conversas baixas e beijos preguiçosos interrompidos por risadas silenciosas.
Helena permanecia deitada sobre o peito de Lorenzo enquanto ele fazia desenhos distraídos nas costas dela com as pontas dos dedos.
Lá fora, o céu começava a clarear lentamente atrás do mar.
Nenhum dos dois parecia realmente disposto a voltar a dormir. Talvez porque existisse algo precioso demais naquele momento, calma, uma calma que eles passaram anos acreditando que jamais