João Collins
O vento frio de Cambridge sussurrava através das janelas do carro enquanto eu me afastava lentamente do prédio de Anna. Havia algo de estranho naquele lugar que sempre me fazia querer ficar por perto. Mas, naquele dia, havia um motivo claro para eu retornar. Olhei para o banco do passageiro e vi a pasta dela, esquecida e solitária, um lembrete de nossa última conversa tensa.
Não hesitei. Dei meia-volta e estacionei novamente na frente do prédio. Enquanto me aproximava da entrada,