MARIA FERNANDA
Ele recomeça a empurrar o seu pau com total calma e lentidão, dando tempo para que a minha intimidade se molde ao tamanho dele. No início, sinto uma pequena ardência decorrente da falta de uso, mas o meu próprio lubrificante natural logo faz o seu papel e a dor se transforma, gradativamente, em uma onda de prazer avassalador.
Percebendo que o meu corpo relaxou, puxo-o pelo pescoço.
— Pronto, Cadu... o incômodo já passou por completo — aviso, o desejo voltando a queimar. — Agora..