Saí do quarto cabisbaixo, pois me senti péssimo por perguntar sobre um assunto que estava claro que Arturo estava sofrendo, mas que eu não conhecia. Ao me aproximar da sala de estar, meu advogado saiu da cozinha com uma garrafa de vinho e duas taças na mão. Sentei-me no sofá, olhando para ele, enquanto ele abria a garrafa de vinho e a colocava nas duas taças, oferecendo-me uma das taças e sentando-se ao meu lado no sofá.
- Desculpe-me, não queria que você se sentisse mal por minha causa", disse