Eu estava vendo Aaron conectado àquelas máquinas que o deixavam vivo e não conseguia acreditar, ele não podia me deixar em paz, não podia ser e eu não ia deixá-lo, porque precisava que ele vivesse. Minha nona me levou com a cadeira de rodas até a cabeceira de sua cama, apoiando-me como pude. Levantei-me da cadeira e, embora sentisse dores por todo o corpo, aproximei meus lábios dos lábios do homem que eu amava, beijando-o e pensando que, com aquele beijo, Aaron acordaria, mas a impotência que s