Alessandro estava correndo em vez de andar com Gaia agarrado firmemente à mão, ao ponto de a menina ter que tirar os calcanhares entre os saltos para poder acompanhá-lo. Ele nem teve tempo de fechar a porta da cabine e já a beijava como um homem despossuído, pressionando seu corpo contra uma das paredes. Ele a levantou pelos quadris e caiu na cama com ela em seu peito.
-Diz-me novamente. Quero ouvir isso.
-Está falando sério? -Gaia não sabia se devia rir ou ficar dramática naquele momento.
-Sim