Vai ficar tudo bem.
Valentina terminava mais uma ligação sem sucesso. O desaparecimento de Clara era um peso constante, mas havia algo que ela não podia ignorar: Luna. A menina estava fragilizada, emocionalmente abalada, e Valentina sabia que precisava dar um jeito de distrair a sobrinha. Com esse pensamento, Valentina pegou o telefone e discou o número da casa de Fábio.
— Alô? — atendeu a mãe de Fábio, com sua voz gentil.
— Oi, Ana. Sou eu, Valentina. Como você está?
— Valentina! Estou bem, qu