Ian permaneceu imóvel.
A descarga que atravessava seu corpo ainda reverberava por cada fibra de seu ser. O vínculo queimava vivo dentro dele, preenchendo um vazio que ele sequer soubera existir.
Era ela.
Sempre fora ela.
Seu peito se encheu de um alívio quase doloroso.
Uma risada incrédula escapou entre sua respiração descompassada.
— Eu sabia… — murmurou, mais para si mesmo do que para ela. — Eu sabia que tinha alguma coisa errada.
Seus olhos encontraram os dela.
E, por um insta