Abri a porta outra vez e escutei uma explosão, corri para o local de onde vinha o brilho do fogo e a fumaça. Parei a poucos metros de distância do carro em chamas, eu não consegui ver se Bryan estava ali, mas senti algo bater em meu pé. Meu mundo caiu ao ver que era o capacete dele.
— Por favor, alguém chame uma ambulância! — gritei para as pessoas ao redor, que estavam ali por pena e curiosidade.
As lágrimas escorriam pelo meu rosto de forma descontrolada, e os soluços escapavam da minha garga