Com quem eu deixaria meu filho?
Quando Matias completou quatro meses, em setembro de 2012, a empresa onde eu havia trabalhado antes do nascimento dele ofereceu meu antigo cargo de volta. Aceitei a oferta — queria reconquistar minha independência financeira e dar continuidade à minha carreira.
Estava feliz por retornar como funcionária efetiva, em vez de contratada temporária. Porém, me deparei com um desafio comum às mães que trabalham fora: com quem deixaria meu filho?
Eu não queria matriculá-