Valeria permaneceu sentada por um tempo no chão do banheiro, com a mão ainda apoiada na barriga, sem conseguir acreditar que estava grávida. O que era certo era que ela precisava conversar com Marco o mais rápido possível.
Ela sempre teve um ciclo irregular e, agora que pensava nisso, já estava há alguns meses sem menstruar. Começou a prestar mais atenção aos detalhes e percebeu que havia mais indícios.
Há dias que sentia dores na cintura, alguns cheiros tornavam-se mais penetrantes, dormia mais do que o normal, as suas roupas, pelo menos as calças, estavam-lhe apertadas, mas ela atribuía isso ao facto de ultimamente ter comido mais sobremesas.
Valeria estava perdida em seus pensamentos, que não percebeu que alguém batia à porta do banheiro, então, de repente, a porta se abriu, encontrando algo que a impedia de passar. Valeria, sentada no chão, ergueu o olhar, suas mãos seguravam os dois testes.
Marco viu sua linda mulher, ela tinha os olhos e o nariz vermelhos, estava em um estado de