Não há cura...
Pietro levantou-se da cama, deixando Alessia sozinha e paralisada. As imagens que ela tinha visto falavam por si. De todas as pessoas que poderiam ter se vingado por suas ações, ele tinha caído nas piores mãos.
Ela nunca teria imaginado esse lado de Pietro. O homem que ela achava que conhecia era aquele jovem de 16 anos, amigável e caloroso, cujo único defeito era tê-la visto com Gabriele.
Ela tentava ver além do que tinha diante de si, mas não, o Pietro que ela conhecia não estava mais lá.
Este homem era seu algoz, seu pior pesadelo, sabia que a tinha em suas malditas mãos e não hesitaria em lembrá-la disso.
- Senhora Pellegrini, fico feliz em vê-la acordada! Nas últimas vezes que vim, ela estava dormindo, vamos ver o que está acontecendo, vou tocá-la, tudo bem? - disse o médico ao começar a examiná-la.
Ela permaneceu em silêncio, queria saber se iria se recuperar, ainda mantinha a esperança, se tinha conseguido mover os dedos e o pulso, poderia trabalhar no resto; além disso, o que m