Laura rapidamente pegou as chaves do carro; era óbvio que ela não esperava encontrar o pai da filha. Sinceramente, com tudo o que havia passado, sim, às vezes pensava nele, mas imediatamente tentava dissipar as lembranças, já que a maioria delas ficava manchada pela última interação.
Mais de um ano depois, eles se encontravam; embora seu pai e sua família a tivessem apoiado até aquele momento, ela não podia negar que vê-lo pessoalmente lhe causava um nó no estômago.
— Laura… Podemos conversar… —