A luz da manhã entrava pelas frestas da cortina da suíte nupcial com uma claridade agressiva, ferindo os olhos de Peter, que ainda pulsavam sob o efeito residual das "balas" azuis. Ele parou diante da porta de seu quarto, ajeitando a camisa amarrotada e tentando exalar uma sobriedade que não possuía. Em sua mente, ele apenas entraria, tomaria um banho rápido e fingiria que acabara de acordar.
- É simples Peter... vamos lá!
Mas, ao girar a maçaneta, o silêncio que encontrou não era o de um q