Quando percebeu que ele realmente estava indo embora, Lorena se levantou da cama às pressas e correu até a porta. O desespero era evidente em seu rosto.
— Renato, espera!
Saiu atrás dele pelo corredor do hospital. O som apressado dos seus passos ecoou no piso, misturado aos chamados que tentava fazer.
— Renato!
Mas, mesmo com os gritos, ele não parou. Então, ela apressou os passos, até que conseguiu alcançá-lo.
— Espera, por favor! — disse, segurando o braço dele, ofegante. — Eu assumo… assumo q