**Sarah**
O vento sacudia violentamente os galhos das árvores, e a chuva parecia não ter fim. Cada gota que caía sobre mim parecia mais pesada que a anterior, me afundando ainda mais na terra encharcada do cemitério. Não muito longe, Cristhian estava de joelhos diante da lápide de Sarah, minha lápide. Seus ombros, que antes representavam toda sua imponência, agora tremiam sob o peso do arrependimento. Eu o observava em silêncio, escondida na escuridão da noite, com meu coração batendo tão for