"Você está bem?" Eu pisco para ele, que coloca meu rosto em concha com cautela nas suas mãos grandes, com seus olhos verdes me observando com cuidado. Eu não estava bem, nem um pouquinho. A minha bochecha latejava, e a minha orelha zumbia. Acenei com a cabeça apesar da raiva que se formava dentro de mim, para dar um murro na cara da vadia bisbilhoteira por ter encostado o dedo em mim.
"Estou bem", asseguro-lhe, afastando meu rosto e reclamando quando ele passa o polegar sobre a bochecha que a m