Cap.32
A manhã ainda estava fria quando Brenda saiu de casa, bocejando, o casaco apertado contra o corpo. Os olhos ainda pesavam, mas o passo era leve, apesar de parecer que tinha dormido mal.
Foi então que congelou no portão.
Gabriel estava ali. Parado. Esperando.
Por um segundo, ela achou que ainda estava sonhando, mas o olhar dele, calmo e firme, era real demais para ser fruto de um devaneio.
Ela sentiu um calor subir ao rosto e, meio sem jeito, esboçou um sorriso tímido, levantando a mão nu