Roman Ostrov
A luz baixa do quarto criava sombras suaves nas paredes, mas o que realmente me prendia era Donatella, deitada na cama diante de mim, ainda vendada. Sua vulnerabilidade era tão palpável quanto sua força, e isso me fascinava. Ela era uma mistura impossível de fragilidade e determinação, e cada vez que olhava para ela, sentia algo que ameaçava arrancar o controle que eu tanto valorizava.
Caminhei até a beira da cama, observando-a em silêncio por um momento. Seu peito subia e descia