Acordo na cabana do Hector, não me lembro de como e quando vim parar aqui, mas o desespero de ter visto o homem dos meus “pesadelos” real e na minha frente, fez com que eu me sentasse na cama e gritasse. Fecho meus olhos e tampo meus ouvidos, com medo de encontrá-lo.
— Anastásia, calma! estou aqui... está tudo bem. — Olho para cima e Hector já está com seus braços ao redor de mim, e Brendon está na porta do quarto.
— O... quê? como? Como viemos para cá? Conseguimos fugir? — Pergunto ofegante li