A manhã já tinha começado, mas o dia parecia pesado demais para ser ignorado. Heitor desceu apressado para a entrada do prédio, o olhar varrendo o espaço com inquietação. O movimento da rua seguia normal demais para alguém que sentia o peito apertado daquele jeito.
Ela não estava ali.
Ele passou a mão pelo rosto, tentando organizar os pensamentos, e pegou o celular. Discou o número de Laís mais uma vez, levando o aparelho ao ouvido com a esperança irracional de que, dessa vez, ela atenderia