Enzo não lembrava exatamente como tinha saído do prédio de Alana na noite anterior. Em algum momento entrou em um bar. Em algum momento pediu uma bebida. Depois outra. E mais outra.
As lembranças se tornavam confusas a partir daí.
A única coisa que sabia com certeza era que acordou no sofá do escritório do restaurante com uma dor de cabeça capaz de derrubar um cavalo e uma sensação horrível de fracasso esmagando seu peito.
Passou a mão pelo rosto e fechou os olhos por alguns segundos.
— Droga,