Lá fora, a chuva começou a cair pesada, constante, como se o céu finalmente desabasse depois de segurar demais. Dentro do apartamento, o silêncio já não era mais vazio. Era carregado. Era inquieto. Era o tipo de silêncio que anunciava que algo estava errado… e ninguém ainda sabia exatamente o quê.
Heitor voltou a pegar o celular, os dedos mais rápidos do que o raciocínio, e enviou outro áudio no grupo.
— Ok, meninas… vocês sabem de algum lugar que a Laís poderia ir pra pensar?
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