Após a visita à penitenciária, Ana saiu com o coração pesado. Enquanto caminhava pelas ruas da cidade, a imagem de Leon, abatido e desesperançoso, não saía de sua cabeça. O homem que a sequestrara, que outrora a vira como um objeto de conquista, agora parecia uma sombra de si mesmo. Pela primeira vez, Ana não o viu como um adversário, mas como alguém quebrado, machucado pelas próprias escolhas e, talvez, por escolhas que ele nem sabia ter feito.
Ela se sentia confusa. Parte dela queria esquecer