Eu costumava achar que o amor só poderia ser a mesma coisa que eu já conhecia, uma tempestade, algo avassalador.
Sentia que precisava ser intensa, cheia de dúvidas e conflitos.
Pensava que, se não fosse assim, então não seria amor.
E, por muito tempo, a minha ideia de amor foi moldada por aquilo que vivi com Isaías.
Por toda a paixão, por cada momento conturbado que nos envolvia, eu acreditava que era isso que o tornava especial, aquele fogo que nunca se apagava,