Tinha sido enviada uma mensagem pelo crematório, falando que já poderia retirar as cinzas de Paulo. Assim, que estou na porta de casa saindo, ouço alguém falar.
— Minha amiga! — Adriana fala vindo em minha direção, quando eu ia entrar no carro.
— Amiga – eu falo abraçando-a forte — Graças a Deus.
— Me perdoa por não ter conseguido vir antes — ela fala — Eu estava com tantos contratos assinados, não tinha como largar a empresa no caos que estava em Nova York.
— Está tudo bem — eu falo para el