Na manhã seguinte, a luz do sol atravessava as persianas do quarto do hospital, desenhando faixas douradas sobre o lençol branco.
Lorena estava acordada.
A dor ainda existia, mas já não parecia tão esmagadora quanto na noite anterior.
Dante continuava sentado na cadeira ao lado da cama.
Dormira pouco.
Talvez nem tivesse dormido.
Quando a porta se abriu, Theo entrou carregando uma sacola de papel.
- Trouxe roupas pra você, a situação já está crítica. - Ele apontou para as roupas ainda manchadas