O carro corria velozmente, e os reflexos do lado de fora da janela passavam apressados como sombras fugazes.
Mário cerrava os dentes, com a mandíbula tensa e afiada.
Ele estava extremamente nervoso, com os olhos fixos na estrada à frente.
Eu queria dizer a ele que não precisava dirigir tão rápido, que eu não tinha pressa.
No segundo seguinte, como se Mário pudesse ouvir os meus pensamentos, ele reduziu a velocidade.
Ele sorriu e disse:
— Estamos quase lá, Iolanda. Você está com medo?