Às sete da noite, Saulo entrou, acendeu a luz e viu que a sala estava vazia.
Ele imediatamente foi até o quarto e, ao abrir a porta, encontrou um ambiente completamente escuro, com as cortinas fechadas e, pela claridade vinda de fora, pôde ver as faíscas de um cigarro aceso.
Ele ligou a luz e viu uma pessoa sentada no sofá.
Cipriano parecia não perceber a presença de ninguém, sem demonstrar nenhuma reação, e continuava fumando.
Saulo pegou a comida que havia trazido e, com o tom habitual de brin