Por fim a menina sentou na mesa. Olhando para seus dedos em seu colo, ela parecia sem jeito e triste. Me levantei da cama e me aproximei um pouco mais, talvez ela quisesse ter uma nova identidade. Não consigo imaginar tudo que essa menina passou até que encontrasse com Daniel. Crianças não deveriam ter uma vida infeliz.
– Melinda. – Sussurrou. – É assim que me chamavam. – Ela olhou para Daniel. – Tenho 6 anos.
– Viu que não foi difícil dizer o seu nome?
– Daniel. – Jeffrey repreende seu filho c