A primeira coisa que eu aprendi... depois de quase morrer...
Foi respirar.
De verdade.
Não aquele movimento automático que a gente faz sem perceber, como se o ar fosse um direito garantido.
Mas respirar sabendo que aquilo... pode ir embora.
Que um segundo pode separar tudo.
Vida.
Escuridão.
Silêncio.
Eu ainda sentia isso.
Mesmo ali, deitada, cercada por máquinas que agora já não me assustavam tanto.
O peito doía.
Uma dor profunda, constante, que parecia lembrar o tempo todo o que tinha aconteci