Eu já perdi o controle antes.
Mas nunca desse jeito.
Nunca por alguém.
Nunca por ela.
Samantha ainda estava nos meus braços quando o silêncio se instalou depois daquilo que ela revelou — não um silêncio vazio, mas denso, carregado, como se o ar tivesse se tornado mais pesado ao redor de nós.
Eu conseguia sentir a respiração dela contra o meu peito.
Irregular.
Quente.
Real.
E, por algum motivo que eu não estava disposto a analisar naquele instante... eu não queria que aquilo acabasse.
Minha mão