Mundo ficciónIniciar sesiónO RASTRO DO FRACASSO
IRINAGiro o volante com violência e piso no acelerador, fazendo os pneus cantarem no asfalto enquanto fujo da cena do crime em alta velocidade. O meu coração bate em um ritmo frenético contra as costelas, mas não é de medo, é de uma fúria cega que me faz dar um soco violento contra a direção do carro. "Desgraçada! Maldita seja!", esbravejo para o interior da cabine vazia, sentindo o gosto amargo do ódio na boca. Tudo estava milimetricamente calculado,






