47. KIMBERLY
Toc... toc... toc... toc...
Alguém b**e na porta.
— Pérola, eu sei que você está aí, abra, pois eu preciso falar com você. — Dimitri fala como se estivesse bravo e tenta abrir a porta.
— Vai embora Dimitri, eu não tenho nada para falar, não hoje. — Lágrimas insistem em descer, pois continuo muito triste com ele.
— Meu amor me perdoe. Prometo ser melhor, errar todo mundo erra. — Sua voz soa embargada.
— Vai embora, não quero conversar, nada do que você disser vai mudar. — Abafo o choro com o tra