Laura fechou a caixa lentamente.
Suas mãos tremiam.
Ela nunca imaginou que a irmã escondesse aquilo.
Fotos de Arthur.
Bilhetes.
Pequenas lembranças.
Tudo guardado com tanto carinho.
Seus olhos voltaram para um dos papéis.
“Hoje ele sorriu para mim e eu fiquei feliz o dia inteiro. Sei que talvez ele nunca me ame, mas só de vê-lo feliz, eu já me sinto feliz também.”
Laura amassou o bilhete.
— Como você pode ser tão idiota?
Ela sentia raiva.
Mas, no fundo, também sentia inveja.
Porque Lívia amava