— Ei, Stella, quer uma carona? — Marcos, um cara que trabalha aqui, pergunta com um sorriso amigável. Faço que não com a cabeça, agradecendo educadamente.
— Só tome cuidado na rua então. Não é muito seguro por aqui a essa hora.
— Farei isso. Até amanhã — tranquilizo-o e dou um tchauzinho com a mão, indo embora. Ele é gentil, mas não quero criar laços com ninguém aqui. Não quero me apegar.
Caminho saindo dos arredores da lanchonete e peço um Uber pelo celular. A rua está escura, os postes de l