Olivia
O celular despertou às sete e meia. Levantei e logo preparei um café enquanto pãezinhos assavam no pequeno forno abaixo da pia. Com uma gigantesca caneca de café na mão, abri a porta e saí para fora. Caminhei até um banco perto da cerca, feito com restos de madeira, e sentei-me. Dei um gole no café e fechei os olhos, inclinando o rosto para cima, recebendo em abundância o calor do sol daquela manhã.
— A sua noite foi boa — disse Tate, ao se aproximar.
O seu tom era zombeteiro, e eu soube