Ponto de vista do Dom
Nessa hora, me bateu um desespero. Então parei meu carro, liguei o pisca alerta e sai correndo em direção a maca, antes deles fecharem a ambulância.
- Hei esperem! Ela é a minha namorada. Como ela está?
- Ela está inconsciente, mas está respirando. Vamos levá-la para o hospital mais próximo. Quer vir conosco? – Um dos atendentes me perguntou.
- Eu vou seguindo com meu carro. Eu sei onde é.
- Tudo bem.
- Por favor, cuidem bem dê-la.
Então uma policial veio me questionar, dizendo que meu carro parado estava bloqueando a fila, aumento ainda mais o engarrafamento. Eu expliquei que conhecia a vítima e sairia com meu carro direto para o hospital.
- Você está em condições de dirigir senhor? Não queremos que ocorra mais nenhum acidente.
- Sim, eu estou. – Era mentira. Eu estava muito nervoso. Mas eu precisava ver a Pietra. Saber se ela ficaria bem. Só isso me importava.
Voltei para o meu carro, sentindo meu coração acelerado. Eu respirei fun