Murilo observava Alana, que estava deitada na cama do hospital, tomando calmamente a sopa de abóbora. Na sua mente, a imagem dela desmaiada sob a chuva forte continuava a aparecer. Ele se lembrava de como ela caíra na tempestade, e isso fazia seu coração se encher de um vazio insuportável.
Murilo caminhou silenciosamente até a janela e olhou para o gramado verde atrás do hospital, onde algumas flores começavam a desabrochar. Os botões estavam fechados, mas prestes a se abrir.
Enquanto observava,