Nelson gritou de dor, seu rosto se contorcendo. Com a boca cheia de sangue e os dentes quebrados, ele balbuciou:
— Vocês não podem me bater assim, isso é ilegal!
O sangue escorria de sua boca, e a cada palavra, mais sangue jorrava, tornando sua aparência ainda mais miserável.
Antes que ele pudesse terminar de falar, Lucas já havia levantado o punho novamente e o golpeou na maçã do rosto. O som foi seco e alto, e Nelson sentiu uma dor tão intensa que seus ouvidos zumbiram e sua visão ficou turva.