Arthur Strauss
A música pulsava, as batidas da percussão caribenha ainda ressoavam em meu peito e Maya estava nos meus braços, o rosto iluminado por uma felicidade que eu, até poucos dias atrás, achava que era uma falha de sistema na minha rotina. Eu estava, pela primeira vez em anos, simplesmente existindo. Estava sendo Arthur, não o Doutor Strauss.
Então, o caos se instalou com a rapidez de um ataque cardíaco.
O som da música não cessou, mas o grupo à nossa direita começou a se dispersar