A tranquilidade finalmente voltou à loja de cerâmica.
Tensa, Jaqueline apertava a argila com tanta força que seus dedos ficaram pálidos.
Clara estava sentada em silêncio ao lado dela. De vez em quando, olhava para Jaqueline, com os olhos grandes cheios de preocupação.
Por fim, não conseguiu se conter:
— Jaqueline... você está triste? Você está com uma carinha tão triste.
Jaqueline parou de mexer na argila por um instante e forçou um sorriso.
— Não. Não precisa se preocupar comigo. Continua faze